https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/issue/feed MetaLinguagens (Área Temática: Letras e Linguística - ISSN 2358-2790) 2026-06-04T12:32:40+00:00 Charles Borges Casemiro revistametalinguagens@gmail.com Open Journal Systems <p align="justify"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">A </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Revista Metalinguagens</em></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"> destina-se a docentes e pesquisadores das áreas de </span></span><span style="color: #4c1130;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Letras e Linguística</strong></span></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">. É uma iniciativa do Curso de Licenciatura em Letras/Português, </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">vinculado</span></span> <span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">à</span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"> Subárea de Códigos e Linguagens da Diretoria de Humanidades do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo/</span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Campus</em></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"> São Paulo.&nbsp;</span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">A </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Revista Metalinguagens</em></span></span> <span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>recebe colaborações, em </strong></span></span></span><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>fluxo contínuo,</strong></span></span></span> <span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>de </strong></span></span></span><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>doutores, de mestres ou de coautorias compostas por, ao menos, um mestre ou um doutor</strong></span></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">, de </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">todos os centros de pesquisa e ensino do Brasil, de Portugal, de </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">Angola, de Cabo Verde, de Guiné-Bissau, de Guiné Equatorial, de Moçambique, de São Tomé e Príncipe, de Timor-Leste, de Macau e de Goa</span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">, com o intuito de promover um amplo diálogo entre docentes, pesquisadores e estudantes da comunidade de Língua Portuguesa, de modo interinstitucional. </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">O objetivo deste espaço virtual é publicar artigos científicos, ensaios críticos, resenhas e entrevistas, isto é, textos inéditos sobre temas relacionados às áreas de </span></span><span style="color: #4c1130;"><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Letras e Linguística</strong></span></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">, que contribuam para o estabelecimento de um permanente debate acadêmico-científico e para a divulgação e consolidação de conhecimentos na área de Linguagens e Ensino de Línguas.&nbsp;</span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">A maior </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Meta</em></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"> da </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Revista</em></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">, neste sentido, é consolidar-se como um ponto de encontro entre pesquisadores e as </span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Linguagens</em></span></span><span style="font-family: Georgia, serif;"><span style="font-size: medium;">.</span></span></p> <h3 class="western" align="justify">&nbsp;</h3> https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1264 EXPEDIENTE 2026-06-02T12:24:50+00:00 Charles Borges CASEMIRO, Prof. Dr. charlescasemiro@ifsp.edu.br <p>Expediente para a Revista Metalinguagens, volume 12, número 1, maio de 2026.</p> <p>Edição especial: "História das Ideias Linguísticas e Historiografia Linguística"</p> 2026-06-02T09:00:44+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1265 APRESENTAÇÃO 2026-06-02T12:24:50+00:00 Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p>Apresentação da Revista Metalinguagens, volume 12, número 1, maio de 2026.</p> <p>Edição especial: "História das Ideias Linguísticas e Historiografia Linguística".</p> 2026-06-02T09:12:55+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1266 ENTREVISTA COM SYLVAIN AUROUX 2026-06-02T12:24:50+00:00 Chloé LAPLANTINE, Profª Drª chloe.laplantine@u-paris.fr Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p>Entrevista com Silvain Auroux, por Chloé Laplantine, em tradução de Jorge Viana de Moraes, para a Revista Metalinguagens, volume 12, número 1, maio de 2026.</p> <p>Edição especial: História das Ideias Linguísticas e Historiografia Linguística.</p> 2026-06-02T09:31:47+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1267 HISTORIOGRAFIA DA GRAMÁTICA 2026-06-02T12:24:50+00:00 Pierre SWIGGERS, Prof. Dr. pierre.swiggers@kuleuven.be Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p lang="de-DE" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="es-ES">A gramática, que aparentemente é um “dado natural”, é uma técnica definida histórica e conceitualmente para descrever a atividade humana; envolve a aplicação de um modelo a um conjunto de fenômenos linguísticos. Esse modelo implica organização macroestrutural e microestrutural e certas decisões e está ligado a três tipos de estratégias: estratégias analíticas, estratégias de apresentação e estratégias voltadas para a assimilação gramatical. Além de modelo e das estratégias relacionadas, a gramática é condicionada por certos fatores “materiais”, como o contexto cultural, a estrutura linguística da(s) língua(s) descrita(s) e o sistema de escrita utilizado.</span></span></span></p> <p lang="de-DE" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="es-ES">____<br><br></span></span></span></p> <p lang="de-DE" style="font-weight: normal; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="en-US">ABSTRACT: </span></span><span lang="en-US">Grammar, apparently a “natural” data, is a historically and conceptually defined technique – describing a human activity –, in which a modelization is applied to a body of linguistic phenomena. The modelization, involving a macrostructural and microstructural organization and a number of decisions, is coupled with three types of strategies: analytical strategies, presentational strategies, and strategies with an eye at grammar acquisition. Beyond this modelization and the correlated strategies, grammar is conditioned by a number of ‘material’ factors, such as the cultural setting, the linguistic structure of the language(s) described and the writing system used. </span></span></span></p> <p lang="de-DE" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="es-ES">&nbsp;</span></span></span></p> 2026-06-02T12:20:02+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1247 HISTÓRIA DAS IDEIAS LINGUÍSTICAS 2026-06-02T12:24:50+00:00 Francivaldo Lourenço da SILVA, Prof. Dr. francivaldo@gmail.com <p style="letter-spacing: -0.1pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">Neste artigo apresentamos o balanço teórico-metodológico do percurso acadêmico de nossa formação enquanto pesquisador na área da História das Ideias Linguísticas. Discutimos brevemente alguns princípios gerais da HIL; sobretudo que a história das ideias linguísticas é o conhecimento do passado das representações humanas acerca da linguagem e que as representações de que ela trata se formam a partir de reflexões acerca dos elementos que constituem as práticas linguísticas. Apresentamos também três fundamentos epistemológicos da HIL: ideia como representação e seus elementos; as externalidades cognitivas como a contraparte histórica das ideias linguísticas; a ciência como um domínio empírico e sua história como a parte descritiva de sua epistemologia; por fim, a título de conclusão, apresentamos os procedimentos metodológicos elaborados e aplicados numa pesquisa sobre as ideias linguísticas de Mattoso Camara Júnior. </span></span></p> 2026-06-02T09:57:27+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1268 A GRAMÁTICA UNIVERSAL (GU) DE CHOMSKY E A CRÍTICA DA RAZÃO PURA DE KANT 2026-06-04T00:58:55+00:00 Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p class="western" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">O objetivo deste ensaio é o de analisar a correlação entre a <em>faculdade da linguagem</em>, conforme proposta por Noam Chomsky em seu conceito de <em>Gramática Universal</em> (GU) (Chomsky, 1994), e a arquitetura transcendental de Kant na&nbsp;<em>Crítica da Razão Pura</em> (Kant, 1999, 2001, 2022 [1787]). A relação entre as duas teorias fundamenta-se na noção de que a mente humana possui estruturas&nbsp;<em>a priori</em>: assim como a GU é descrita como o “estado inicial” da faculdade da linguagem – uma estrutura universal, inata e independente da experiência, a cognição kantiana organiza a realidade por meio de formas puras (espaço e tempo), o que Kant investigou na Estética Transcendental, e de categorias do entendimento que precedem o dado empírico<a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"><sup>1</sup></a>. Propõe-se, assim, que a GU chomskyana, <em>anterior</em> e <em>independente</em> de qualquer experiência linguística, opera de modo análogo ao aparato transcendental kantiano, funcionando como uma condição de possibilidade para a aquisição de qualquer língua particular</span></span></p> <div id="sdfootnote1"> <p class="sdfootnote-western" style="page-break-before: auto;" align="justify"><a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym">1</a> <span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">Segundo Immanuel Kant, na sua obra&nbsp;</span></span><em><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="background: #ffffff;">Crítica da Razão Pura</span></span></span></span></em><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="background: #ffffff;">, as categorias do entendimento são&nbsp;</span></span></span></span><strong><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="background: #ffffff;">conceitos puros </span></span></span></span></strong><strong><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="background: #ffffff;">a priori</span></em></span></span></span></strong><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="background: #ffffff;">, ou seja, formas estruturais da mente humana que precedem qualquer experiência empírica (dados dos sentidos). Elas são as ferramentas “formais” que organizam o material desordenado da sensibilidade para torná-lo inteligível e gerar conhecimento.</span></span></span></span><span style="color: #0a0a0a;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="background: #ffffff;">&nbsp;</span></span></span></span></p> </div> <p class="western" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-weight: normal;">PALAVRAS-CHAVE:</span></span> Gramática Universal. Faculdade da Linguagem. Noam Chomsky. Crítica. Immanuel Kant. <span lang="en-US">A priori.</span></span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US">_____</span></span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US">This essay aims to analyze the correlation between the faculty of language, as proposed by Noam Chomsky in his concept of Universal Grammar (UG) (Chomsky, 1994), and Kant’s transcendental architecture in the&nbsp;Critique of Pure Reason&nbsp;(Kant 1999, 2001, 2022 [1787]). The relationship between these two theories is grounded in the notion that the human mind possesses&nbsp;a priori&nbsp;structures. Just as UG is described as the “initial state” of the language faculty – a universal, innate structure independent of experience – Kantian cognition organizes reality through pure forms (space and time), investigated in the Transcendental Aesthetic, and categories of understanding that precede empirical data. It is thus proposed that Chomskyan UG, being prior to and independent of any linguistic experience, operates analogously to the Kantian transcendental apparatus, functioning as a condition of possibility for the acquisition of any particular language.</span></span></span></p> <div id="sdfootnote1"> <p class="sdfootnote-western" style="page-break-before: auto;" align="justify">&nbsp;</p> </div> 2026-06-02T10:11:55+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1269 A METALINGUAGEM DA GRAMÁTICA GERAL E RAZOADA  DE PORT-ROYAL 2026-06-04T12:32:40+00:00 Bernard COLOMBAT, Prof. Dr. bernard.colombat@orange.fr Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p style="letter-spacing: -0.2pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"><a name="_Hlk214394990"></a> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">RESUMO:</span> O objetivo deste artigo é examinar a metalinguagem da Gramática Geral e Razoada de Port-Royal, obra que marca o “nascimento da gramática moderna”, título emprestado de Marc Dominicy (1984). Utilizando a edição crítica que Jean-Marie Fournier e eu preparamos (Colombat e Fournier, 2023), focarei em diversos aspectos dessa metalinguagem. A meta aqui não é reconstituir a história – frequentemente complexa, até mesmo caótica – desses termos, mas sim examinar o uso de alguns deles.</span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">PALAVRAS-CHAVE: </span></span></span>Gramática Geral e Razoada (GGR). Port-Royal. Metalinguagem. Gramática Moderna. Edição Crítica. Terminologia.</span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none; page-break-before: auto;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR">LE METALANGAGE DE LA GRAMMAIRE GENERALE ET RAISONNEE </span></span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR">DE PORT-ROYAL</span></span></span></span></p> <p lang="fr-FR" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><a name="_Hlk214395793"></a> <span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">RÉSUMÉ:</span></span></span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">L'objectif de la présente contribution est de s’interroger sur le métalangage de la&nbsp;</span></span></span></span></span><em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">Grammaire générale et raisonnée</span></span></span></span></span></em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;de Port-Royal, un ouvrage qui marque la «&nbsp;naissance de la grammaire moderne&nbsp;» selon un titre repris à Marc&nbsp;Dominicy (1984). À partir de l’édition critique que nous en avons préparée, Jean-Marie&nbsp;Fournier et moi-même (Colombat et Fournier, 2023), je m’attacherai à&nbsp;</span></span></span></span></span><em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">quelques aspects</span></span></span></span></span></em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;de ce métalangage. Il ne s’agira pas ici de retracer l’histoire –&nbsp;souvent complexe, voire chaotique&nbsp;– de ces termes, mais d’examiner l’emploi de&nbsp;</span></span></span></span></span><em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">quelques-uns</span></span></span></span></span></em><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="fr-FR"><span style="text-decoration: none;">&nbsp;d’entre eux.</span></span></span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="fr-FR">MOTS-CLES&nbsp;:</span></span><span lang="fr-FR"> Grammaire générale et raisonnée (GGR). Port-Royal. Métalangage. Grammaire moderne. Édition critique. Terminologie.</span></span></span></span></p> <p lang="fr-FR" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm; text-decoration: none;" align="justify">&nbsp;</p> 2026-06-02T10:25:18+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1270 A RELAÇÃO GRAMATICAL COM A ORALIDADE 2026-06-02T12:24:51+00:00 Marli Quadros LEITE, Profª Drª mqleite@usp.br <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><a name="_Hlk214574444"></a> <span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">RESUMO:</span> Este texto aborda aspectos da relação intrínseca entre oralidade e <em>gramática</em>. Na primeira parte, discutiremos a importância da oralidade na Grécia. Em seguida, examinaremos a estreita ligação entre gramática e oralidade, com base nas teorias dos gramáticos antigos Dionísio Trácio e Apolônio Díscolo. Finalmente, consideraremos a relação entre oralidade e a primeira gramática portuguesa, a <em>Grammatica da lingoagem portuguesa</em> de Fernão de Oliveira (1536). Dois argumentos principais sustentarão nossa demonstração: 1) o fundamento da reflexão filosófica sobre a linguagem a partir de seus elementos; 2) o impacto da oralidade e da prática linguística oral (<em>o uso</em>).</span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">PALAVRAS-CHAVE:</span> Gramática. Oralidade. Grécia. Dionísio Trácio. Apolônio Díscolo. Fernão de Oliveira. Reflexão filosófica sobre a linguagem. Uso.</span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em>LA RELATION GRAMMATICALE AVEC L’ORALITE</em></span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="center">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="fr-FR">RÉSUMÉ:</span></span> <span lang="fr-FR">Ce texte aborde les aspects de la relation intrinsèque entre l’oralité et la </span><span lang="fr-FR"><em>grammaire</em></span><span lang="fr-FR">. Dans une première partie, nous commenterons l’importance de l’oralité en Grèce. Nous examinerons ensuite la proximité de la grammaire avec l’oralité, sur la base de la théorisation des anciens grammairiens, Denys le Thrace et Apollonius Dyscole. Enfin, nous nous pencherons sur la relation entre l’oralité et la première grammaire portugaise, la </span><span lang="fr-FR"><em>Grammatica da lingoagem portuguesa</em></span><span lang="fr-FR"> de Fernão de Oliveira (1536). Deux arguments principaux étaieront alors notre démonstration : 1) le fondement de la réflexion philosophique du langage sur les éléments ; 2) l’incidence de l’oralité et de la pratique linguistique orale (l’usage).</span></span></span></p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="fr-FR">MOTS-CLES</span></span><span lang="fr-FR">: Grammaire; Oralité. Grèce. Denys le Thrace. Apollonius Dyscole. </span>Fernão de Oliveira. Réflexion philosophique sur le langage. L’Usage.</span></span></p> <p style="line-height: 150%; text-indent: 1.5cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> 2026-06-02T10:36:14+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1271 GRAMATICOGRAFIA E SUBORDINAÇÃO DE ORAÇÕES 2026-06-04T01:11:10+00:00 Francisco Eduardo VIEIRA, Prof. Dr. fevs@academico.ufpb.br Fábio Albert MESQUITA, Prof. Me. fabio.albert@ufpe.br <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">RESUMO</span></span></span></span><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">: Este artigo insere-se no campo da Historiografia da Linguística, mais especificamente na historiografia da gramaticografia, e tem como objeto o conhecimento sobre a subordinação de orações no curso da história da gramática no Ocidente. O objetivo consiste em delinear o horizonte de retrospecção das primeiras gramáticas brasileiras de língua portuguesa, com foco nos séculos 17, 18 e início do 19. Parte-se do marco inaugural da gramaticografia brasileira, representado pela publicação do </span></span><em><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">Epitome da grammatica da lingua portugueza</span></span></em><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"> (1806), de Antonio Moraes Silva, e investigam-se tradições e obras que conformaram o clima de opinião que orientou a gramaticografia nascente no Brasil. Metodologicamente, o estudo fundamenta-se na constituição de um portal de documentação (Swiggers, 2013), que reúne bibliografia pertinente à temática. A análise evidencia o papel decisivo do pensamento de Port-Royal e, sobretudo, dos gramáticos franceses do século 18 na sistematização da subordinação de orações, bem como sua posterior apropriação na gramaticografia portuguesa oitocentista. Destaca-se, nesse percurso, a contribuição de Soares Barbosa para a consolidação de um modelo sintático baseado em funções, central para a tradição gramatical brasileira do século 19. </span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">PALAVRAS-CHAVE:</span></span></span></span></span><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;">&nbsp;Historiografia da Linguística. Gramaticografia. Sintaxe. Subordinação de orações.</span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">GRAMATICOGRAFIA E SUBORDINAÇÃO DE ORAÇÕES: HORIZONTE DE RETROSPECÇÃO DAS PRIMEIRAS GRAMÁTICAS BRASILEIRAS</span></em></span></span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US"><span style="font-weight: normal;">ABSTRACT:</span></span></span></span></span><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US"> This article is situated within the field of the Historiography of Linguistics, more specifically within the historiography of grammaticography, and examines the development of knowledge about clause subordination in the history of Western grammar. Its aim is to delineate the retrospective horizon of the first Brazilian grammars of Portuguese, focusing on the seventeenth and eighteenth centuries and the early nineteenth century. The study takes as its starting point the publication of </span></span></span><em><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US">Epitome da grammatica da lingua portugueza</span></span></span></em><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US"> (1806), by Antonio Moraes Silva, regarded as the inaugural milestone of Brazilian grammaticography, and investigates the traditions and works that shaped the climate of opinion guiding the emergence of grammar writing in Brazil. Methodologically, the research is based on the construction of a documentation portal (Swiggers, 2013), bringing together bibliographical material relevant to the topic. The analysis highlights the decisive role of Port-Royal thought and, above all, of eighteenth-century French grammarians in the systematization of subordinate clause, as well as its subsequent appropriation within nineteenth-century Portuguese grammaticography. Particular emphasis is placed on the contribution of Soares Barbosa to the consolidation of a function-based syntactic model that became central to the Brazilian grammatical tradition of the nineteenth century. </span></span></span></p> <p class="western" lang="en-US" style="line-height: 115%;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%;" align="justify"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">KEY-WORDS</span></span></span></span></span></span><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US"><em><span style="font-weight: normal;">: </span></em></span></span></span></span><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="en-US">Historiography of Linguistics. Grammaticography. Syntax. Subordination of clauses.</span></span></span></p> 2026-06-02T10:49:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1246 UM OLHAR HISTORIOGRÁFICO PARA GRAMÁTICA E PARA O ENSINO NO SÉCULO XVII 2026-06-02T12:24:52+00:00 Nancy Dos Santos CASAGRANDE, Profª Drª nancy.casagrande@gmail.com Neusa Barbosa BASTOS, Profª Drª nmbastos@terra.com.br <p>Neste artigo tem-se como objetivo refletir, partindo dos procedimentos teórico-metodológicos da Historiografia Linguística (HL), sobre os métodos possíveis de ensino da Língua Portuguesa, no século XVII. Busca-se mapear as implicações linguísticas, pedagógicas, culturais e ideológicas adotadas em diversos momentos do processo de sistematização de nossa língua materna em Portugal, a fim de se determinar o espírito de época em vigência, bem como analisar o texto <em>Porta de Línguas</em> de Amaro de Roboredo, documento que constitui a gramaticografia lusófona do período. Para tanto, &nbsp;tem-se como fundamentação teórica os preceitos da HL, no tocante à metodologia do trabalho historiográfico, visando à interpretação e reconstrução da fonte primária em estudo.</p> <p>&nbsp;</p> 2026-06-02T10:55:56+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1272 POR QUE É QUE A PRIMEIRA GRAMÁTICA UNIVERSAL FOI CRIADA PRECISAMENTE EM PORTUGAL? 2026-06-02T12:24:52+00:00 Marina KOSSÁRIK (FELDMAN), Profª Drª marina.feldman1946@gmail.com <p class="western" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">RESUMO:</span></span></span></span><span lang="pt-BR"> O artigo analisa as razões históricas, socioculturais e científicas que explicam por que a primeira gramática universal foi elaborada em Portugal, e não noutras áreas da România. Partindo do estudo do </span><span lang="pt-BR"><em>Methodo Grammatical para Todas as Línguas</em></span><span lang="pt-BR"> (1619), de Amaro de Roboredo, mostra-se como a situação particular de Portugal na época dos Descobrimentos – marcada pela expansão marítima, pela criação do comércio mundial e pelo contacto intenso com uma multiplicidade tipológica inédita de línguas da América, África e Ásia – favoreceu a formulação de uma concepção universalista da linguagem. O texto descreve o estado da linguística portuguesa renascentista, a diversidade de géneros e de línguas descritas, bem como a aplicação do cânone gramatical antigo a novos sistemas linguísticos, o que levou à emergência de questões tipológicas, comunicativas e didáticas. Em contraste com a tradição espanhola, mais centrada na afirmação sociopolítica e na supremacia do castelhano (como em Aldrete), a tradição portuguesa orienta-se para a compreensão e a comunicação intercultural, o que torna coerente o surgimento, em Portugal, de uma gramática universal e de uma metodologia geral para o ensino de “qualquer língua”. Conclui-se que o Methodo de Roboredo representa um momento-chave na constituição da linguística como ciência madura e antecipa, em vários aspetos, o paradigma associado à Gramática de Port-Royal.</span></span></span></p> <p class="western" lang="pt-BR" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="pt-BR"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">PALAVRAS‑CHAVE:</span></span></span></span><span lang="pt-BR"> Historiografia linguística. Amaro de Roboredo. </span><span lang="pt-BR">G</span><span lang="pt-BR">ramática universal. Renascimento português. Descobrimentos. </span><span lang="pt-BR">T</span><span lang="pt-BR">radição românica. </span><span lang="pt-BR">C</span><span lang="pt-BR">ontexto sociocultural. </span><span lang="pt-BR">S</span><span lang="pt-BR">ociolinguística histórica.</span></span></span></p> <p class="western" lang="pt-BR" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" lang="pt-BR" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="font-weight: normal; line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em>WHY WAS THE FIRST UNIVERSAL GRAMMAR CREATED PRECISELY IN PORTUGAL? THE ROLE OF THE SOCIOCULTURAL CONTEXT IN THE ORIGIN AND DEVELOPMENT OF LINGUISTIC IDEAS</em></span></span></span></p> <p class="western" lang="en-US" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="en-US"><span style="font-weight: normal;">ABSTRACT:</span></span></span><span lang="en-US"> This article analyzes the historical, sociocultural, and scientific reasons that explain why the first universal grammar was developed in Portugal rather than in other regions of Romania. Based on the study of </span><span lang="en-US"><em>Methodo Grammatical para Todas as Línguas</em></span><span lang="en-US"> (1619) by Amaro de Roboredo, it demonstrates how Portugal's unique position during the Age of Discovery – characterized by maritime expansion, the establishment of global trade, and intense contact with an unprecedented typological variety of languages from the Americas, Africa, and Asia – fostered the formulation of a universalist conception of language. The text describes the state of Renaissance Portuguese linguistics, the diversity of genres and languages documented, and the application of the ancient grammatical canon to new linguistic systems, which led to the emergence of typological, communicative, and pedagogical inquiries. In contrast to the Spanish tradition, which was more focused on sociopolitical assertion and the supremacy of Castilian (as seen in Aldrete), the Portuguese tradition was oriented toward intercultural understanding and communication. This context provided the foundation for the emergence of a universal grammar and a general methodology for teaching “any language” in Portugal. It concludes that Roboredo’s </span><span lang="en-US"><em>Methodo</em></span><span lang="en-US"> represents a key moment in the constitution of linguistics as a mature science and anticipates, in several aspects, the paradigm later associated with the Port-Royal Grammar.</span></span></span></p> <p class="western" lang="en-US" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="pt-BR"><span style="font-weight: normal;">KEYWORDS:</span></span></span> <span lang="pt-BR">Linguistic Historiography; Amaro de Roboredo; Universal Grammar; Portuguese Renaissance; Age of Discovery; Romance tradition; Sociocultural context; Historical Sociolinguistics.</span></span></span></p> <p class="western" lang="pt-BR" style="line-height: 115%; text-indent: 0cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> 2026-06-02T11:12:14+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1248 A HISTORIOGRAFIA LINGUÍSTICA E IDENTIDADE NACIONAL 2026-06-02T12:24:53+00:00 Rayssa Raquel MARINHO, Prof. Me. rayssaredatora@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho tem como objetivo analisar o </span><em><span style="font-weight: 400;">Compêndio da Gramática da Língua Nacional</span></em><span style="font-weight: 400;"> (1835), de Antônio Álvares Pereira Coruja, a partir da perspectiva da Historiografia Linguística (HL), compreendida como um campo científico que, desde a década de 1970, especialmente com os trabalhos de Swiggers (1990; 2020), Bastos (2021), Kaltner (2023), passou a adotar métodos próprios para investigar o percurso da linguagem. Fundamentado no modelo de camadas proposto por Swiggers (2020), o estudo articula dimensões contextuais, teóricas, técnicas e documentais para examinar a constituição da obra e sua inserção no cenário educacional e intelectual do século XIX. A análise demonstra como a gramática de Coruja dialoga com a tradição greco-latina, ao mesmo tempo em que se atenta&nbsp; às demandas do Brasil pós-Independência, sobretudo no campo das políticas linguísticas e da formação escolar. Os resultados evidenciam que a gramaticografia oitocentista não apenas descreve a língua, mas integra processos culturais e institucionais que impulsionaram o projeto de nacionalização e o movimento de gramatização no período.</span></p> 2026-06-02T11:15:31+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1273 DESCRIÇÃO DO JAPONÊS E DO VIETNAMITA NO SÉCULO XVII E A SUA RELEVÂNCIA PARA O PRINCÍPIO DA POLIDEZ 2026-06-02T12:24:53+00:00 Gonçalo FERNANDES, Prof. Dr. gf@utad.pt Carlos ASSUNÇÃO, Prof. Dr. cassunca@utad.pt <p class="western" style="letter-spacing: -0.2pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">RESUMO:</span><span style="color: #000000;"> O chamado “princípio da polidez” foi formulado antes mesmo de Stephen Curtis Levinson estabelecer a pragmática como um campo acadêmico da linguística, no início da década de 1980. Ainda assim, trabalhos relevantes sobre pragmática já vinham sendo publicados desde a década de 1930, nomeadamente por Charles Sanders Peirce (1839–1914), Charles William Morris (1901–1979) e Yehoshua Bar-Hillel (1915–1975). Por outro lado, é amplamente reconhecido que Penelope Brown e Stephen Curtis Levinson (1978; 1987) consolidaram a noção de princípio da polidez, em virtude do impacto e da sistematicidade de seus estudos nessa área. Embora o artigo de 1973 de Robin Beth Tolmach Lakoff (1942–2025), intitulado </span><span style="color: #000000;"><em>The logic of politeness: Or, minding your p’s and q’s</em></span><span style="color: #000000;">, possa ser considerado a verdadeira “certidão de nascimento” do princípio da polidez como domínio linguístico, ele é frequentemente ignorado, mesmo em artigos e livros especializados. Com base em um trabalho de 1967 de Herbert Paul Grice (1913–1988) sobre as regras da conversação, então ainda sob a forma de manuscrito não publicado, Lakoff sintetizou as expressões de polidez em três regras fundamentais. No entanto, gramáticos e linguistas dedicados às línguas asiáticas sempre demonstraram um interesse particular na descrição das expressões e formas de tratamento. Com efeito, em 1944, Hsien Chin Hu (Columbia University) publicou um artigo pioneiro sobre os “conceitos chineses de face”, antecipando em 11 anos a teoria da face e o célebre artigo de Ervin Goffman (1922–1982), </span><span style="color: #000000;"><em>On face-work: an analysis of ritual elements in social interaction</em></span><span style="color: #000000;"> (Goffman 1955). De modo ainda anterior, gramáticos e lexicógrafos europeus do século XVII, dedicados às línguas japonesa e vietnamita, já partilhavam preocupações semelhantes ao descrever as regras linguísticas que regiam as relações sociais. Assim, neste artigo, analisamos as abordagens desenvolvidas pelos primeiros gramáticos e lexicógrafos europeus para explicar o princípio da polidez nas línguas japonesa e vietnamita no século XVII, em particular João Rodrigues ‘Tçuzu’, S.J. (1562–1633), Diego Collado, O.P. (final do século XVI–1638) e Alexandre de Rhodes, S.J. (1593–1660), bem como a relevância de suas contribuições para a linguística contemporânea.</span></span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%; orphans: 0; widows: 0; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%; orphans: 0; widows: 0; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">PALAVRAS-CHAVE:</span><span style="color: #000000;"> História das Ciências da Linguagem. Linguística Missionária. Formas de Tratamento. Teoria da Face. Jesuítas. Pragmática.</span></span></span></p> <p class="western" lang="pt-BR" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" lang="en-US" style="font-weight: normal; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em>DESCRIPTION OF JAPANESE AND VIETNAMESE IN THE 17TH CENTURY AND ITS RELEVANCE TO THE POLITENESS PRINCIPLE</em></span></span></span></p> <p class="western" lang="en-US" style="line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="en-US">ABSTRACT:</span></span><span lang="en-US"> The so-called “politeness principle” was formulated even before Stephen Curtis Levinson established pragmatics as an academic field of linguistics in the early 1980s. Nevertheless, relevant works on pragmatics had already been published since the 1930s, notably by Charles Sanders Peirce (1839-1914), Charles William Morris (1901-1979), and Yehoshua Bar-Hillel (1915-1975). On the other hand, it is widely recognized that Penelope Brown and Stephen Curtis Levinson (1978; 1987) consolidated the notion of the politeness principle due to the impact and systematic nature of their studies in this area. Although Robin Beth Tolmach Lakoff’s (1942–2025) 1973 article, titled </span><span lang="en-US"><em>The Logic of Politeness: Or, Minding Your P’s and Q’s</em></span><span lang="en-US">, can be considered the true "birth certificate" of the politeness principle as a linguistic domain, it is often overlooked, even in specialized articles and books. Based on a 1967 work by Herbert Paul Grice (1913–1988) on conversational rules – then still an unpublished manuscript – Lakoff synthesized expressions of politeness into three fundamental rules. However, grammarians and linguists dedicated to Asian languages have always shown a particular interest in describing expressions and forms of address. Indeed, in 1944, Hsien Chin Hu (Columbia University) published a pioneering article on “Chinese concepts of face,” anticipating Ervin Goffman’s (1922–1982) famous paper, </span><span lang="en-US"><em>On Face-work: An Analysis of Ritual Elements in Social Interaction</em></span><span lang="en-US"> (1955), by eleven years. Even earlier, 17th-century European grammarians and lexicographers working on the Japanese and Vietnamese languages already shared similar concerns when describing the linguistic rules governing social relations. Thus, in this article, we analyze the approaches developed by the first European grammarians and lexicographers to explain the politeness principle in Japanese and Vietnamese during the 17th century—specifically João Rodrigues ‘Tçuzu’, S.J. (1562–1633), Diego Collado, O.P. (late 16th century–1638), and Alexandre de Rhodes, S.J. (1593–1660)—as well as the relevance of their contributions to contemporary linguistics.</span></span></span></p> <p class="western" style="line-height: 115%; orphans: 0; widows: 0; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p class="western" style="line-height: 115%; orphans: 0; widows: 0; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="en-US"><span style="background: #ffffff;">KEYWORDS: </span></span></span><span style="color: #000000;"><span lang="en-US"><span style="background: #ffffff;">History of Language Sciences. Missionary Linguistics. Forms of Address. Face Theory. Jesuits. Pragmatics.</span></span></span></span></span></p> 2026-06-02T11:27:57+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1245 A FONOLOGIA DO TUPINAMBÁ E O PRIMEIRO CAPÍTULO DA GRAMÁTICA DE ANCHIETA 2026-06-02T12:24:54+00:00 Leonardo Ferreira KALTNER, Prof. Dr. leonardokaltner@id.uff.br <p>A fonologia do tupinambá, descrita por José de Anchieta no século XVI, integra o campo teórico de debates da Linguística Missionária, que é estudada pela disciplina de Historiografia Linguística. As gramáticas missionárias, conceito desenvolvido por Otto Zwartjes (2011), abrangem obras produzidas entre 1550 e 1800 por missionários, sobretudo jesuítas, que registraram línguas indígenas em contextos de catequese e expansão mercantil ultramarina. A <em>Arte de gramática</em> de Anchieta é fundamental para compreender os sons do tupinambá, suas ausências fonêmicas em comparação às línguas românicas como o português, e as estratégias de transcrição ortográfica dos gramáticos quinhentistas, revelando tanto aspectos estruturais da língua quanto os objetivos práticos da missão jesuítica da época. Esse <em>corpus</em> representa um momento decisivo de contato linguístico e globalização precoce que ocorreu no contexto de colonização linguística do Brasil.</p> 2026-06-02T11:32:03+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1261 O LATIM MEDIEVAL NO ACERVO DE UMA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA 2026-06-02T12:24:54+00:00 Amanda Rodrigues SALANDIM amanda.salandim@unesp.br Alessandro BECCARI, Prof. Dr. a.beccari@unesp.br <p>O latim medieval foi a língua erudita da Europa por mais de mil anos. A Linguística Românica debruçase<br>sobre o latim escrito na Idade Média (séc. V ao XV) em autores como Wilhelm Meyer-Lübke (1914<br>[1901], p. 22), Antoine Meillet (1938 [1928], p. 279-284), Mariano Bassols de Climent (1945), Leonard<br>Robert Palmer (1954, p. 181-205). Neste artigo, apresentamos os resultados de uma pesquisa epihistoriográfica<br>(SWIGGERS, 2010, 2013), cujo objetivo foi um levantamento inicial de materiais<br>metalinguísticos relacionados à fase medieval do latim e uma primeira abordagem de possíveis<br>concepções de latim medieval nessas obras; os itens compulsados encontram-se no acervo da Biblioteca<br>Acácio José Santa Rosa, UNESP/FCL-Assis. Além de Swiggers (2010, 213), esta pesquisa baseia-se em<br>Koerner (2014), Altman (2004, 2009), Tuffani (2006) e Jabouille (1992). O repertório que resultou da<br>pesquisa documental é apresentado ao final deste artigo.<br>PALAVRAS-CHAVE: Latim Medieval. Epi-historiografia. Compilação. Indexação. Acervo.</p> 2026-06-02T11:36:44+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1274 A TRADUÇÃO AUTOMÁTICA COMO TECNOLOGIA DE GUERRA 2026-06-02T12:24:54+00:00 Jacqueline LÉON, Profª Drª jacqueline.leon@u-paris.fr <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">RESUMO</span>: Este artigo examina a fase inicial e institucional da automatização da linguagem, que se manifestou na Tradução Automática (TA) no início dos anos 1950 e, posteriormente, na Linguística Computacional no início dos anos 1960. O estudo argumenta que a instauração dessa nova orientação para as ciências da linguagem (c. 1948–1966) foi um evento abrupto, impulsionado por uma intervenção institucional massiva no financiamento e na direção da ciência após a Segunda Guerra Mundial. Em particular, a TA foi inicialmente estabelecida nos Estados Unidos como uma tecnologia de guerra, com vastos recursos estatais alocados para atender a demandas estratégicas e políticas urgentes do pós-guerra. Em seguida, e sobre as fundações desta iniciativa, a Linguística Computacional foi igualmente e abruptamente promovida como a “nova linguística”. A análise foca em como esse contexto de origem, focado em tecnologia e estratégia militar, moldou e impôs um novo horizonte de retrospecção para as ciências da linguagem.</span></span></p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;">PALAVRA</span><span style="color: #4e102d;">S</span><span style="color: #4e102d;">-CHAVE:</span> Tradução Automática (TA). Tecnologia de Guerra. Linguística Computacional. <span lang="en-US">Warren Weaver. Yehoshua Bar-Hillel. Relatório ALPAC (Automatic Language Processing Advisory Committee). </span><span lang="fr-FR">História da Ciência.</span></span></span></p> <p lang="fr-FR" style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p lang="fr-FR" style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="center"><span style="color: #4e102d;"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><em>LA TRADUCTION AUTOMATIQUE COMME TECHNOLOGIE DE GUERRE</em></span></span></span></p> <p lang="fr-FR" style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="center">&nbsp;</p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="fr-FR">RÉSUMÉ:</span></span><span lang="fr-FR"> La</span> <span lang="fr-FR">première phase de l’automatisation du langage s’est constituée en deux temps: la traduction automatique (TA) au début des années 1950 et la linguistique computationnelle au début des années 1960. Cette automatisation s’est accompagnée de l’instauration brutale d’un nouvel horizon de rétrospection pour les sciences du langage qui s’est effectuée sur une période très courte d’une quinzaine d’années (1948-1966). Elle a été la conséquence d’une intervention massive des institutions qui ont pris des décisions drastiques d’orientation et de financement de la science dans le sillage des bouleversements mondiaux de la Seconde Guerre mondiale. C’est ainsi que la Traduction Automatique, en tant que technologie de guerre, a été instituée aux États-Unis par des instances d’état qui y ont consacré des moyens considérables pour répondre à une demande stratégique et politique propre à cette fin de Seconde Guerre mondiale. À sa suite, et sur ses cendres, la Linguistique Computationnelle a été érigée comme « nouvelle linguistique » de façon tout aussi brutale. L’analyse se concentre sur la manière dont ce contexte d’origine, axé sur la technologie et la stratégie militaire, a façonné et imposé un nouvel horizon de rétrospection pour les sciences du langage.</span></span></span></p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #4e102d;"><span lang="fr-FR"><span style="font-style: normal;"><span style="background: #ffffff;">MOTS-CLES:</span></span></span></span> <span lang="fr-FR"><span style="background: #ffffff;">Traduction Automatique (TA). Technologie de Guerre. Linguistique Computationnelle. </span></span><span lang="en-US"><span style="background: #ffffff;">Warren Weaver. Yehoshua Bar-Hillel. Rapport ALPAC (Automatic Language Processing Advisory Committee). </span></span><span style="background: #ffffff;">Histoire de la Science.</span></span></span></p> <p style="letter-spacing: -0.3pt; line-height: 115%; margin-bottom: 0cm;" align="justify">&nbsp;</p> 2026-06-02T11:47:37+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1275 HISTÓRIA DA GRAMÁTICA E GRAMÁTICA ESCOLAR 2026-06-02T12:24:50+00:00 Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br Rafael Sicoli PACHECO, Prof. Me. jorgevianademoraes@usp.br <p>Resenha ao livro: "<span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">&nbsp;<span style="font-style: normal;"><strong>História da gramática"</strong></span>, de José Borges Neto (2022), para a Revista Metalinguagens, volume 12, número 1, maio de 2026.</span></span></p> <p><span style="font-family: Bookman Old Style, serif;"><span style="font-size: medium;">Edição especial.</span></span></p> <p>&nbsp;</p> 2026-06-02T11:58:44+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://metalinguagens.spo.ifsp.edu.br/index.php/metalinguagens/article/view/1276 UM PERCURSO DIDÁTICO PELA HISTÓRIA DAS IDEIAS LINGUÍSTICAS 2026-06-02T12:24:51+00:00 Jorge Viana de MORAES, Prof. Dr. jorgevianademoraes@usp.br <p>Resenha ao livro&nbsp;Uma história das ideias linguísticas, obra de Bernard Colombat, Jean‑Marie Fournier e Christian Puech, para a Revista Metalinguagens, volume 12, número 1, maio de 2026.</p> <p>Edição especial.</p> <p>&nbsp;</p> 2026-06-02T12:08:19+00:00 ##submission.copyrightStatement##